Arquivo mensal: outubro 2010

PPGCF comemora 40 anos

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Foi realizada, no final da tarde de hoje, a cerimônia comemorativa aos 40 anos do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas (PPGCF), no Anfiteatro II do Salão de Atos. Estiveram presentes a coordenadora do PPG, Grace Gosmann, a Pró-reitora de Graduação, Valquíria Bassani (ex-coordenadora), o vice-diretor da Faculdade de Farmácia, José Ângelo Zuanazzi, e o Pró-reitor de Pós-graduação, Aldo Lucion, representando o reitor Carlos Alexandre Netto, além de ex-coordenadores, docentes e alunos do programa.

A coordenadora do PPGCF destacou o conceito 6 obtido na última avaliação da CAPES, a integração com a graduação e as parcerias com outras universidades do Brasil e do exterior. “Nosso desafio para os próximos anos é aumentar e qualificar a produção científica”, afirmou ela.

O Pró-reitor de Graduação ressaltou o papel do PPG como produtor ativo de conhecimento e também enfatizou a importância da integração da graduação e da pós-graduação. O PPGCF foi criado em 1970, inicialmente com o curso de mestrado. Nos anos 90, foi aberto o doutorado, e, em 2002, dois cursos de mestrado profissional. O evento integrou o II Encontro Anual do PPGCF, que está sendo realizado hoje e amanhã na Reitoria.

Fotos: Rafaela Redin
Fonte: UFRGS

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XXII Salão de Iniciação Científica da UFRGS

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A Faculdade de Farmácia parabeniza os alunos e professores destaques do XXII SIC da UFRGS e aos indicados ao Prêmio UFRGS Jovem Pesquisador, bem como a todos os estudantes e professores da Instituição que participaram do evento!

Parabéns aos alunos, professores e aos trabalhos destaques do SIC: Amanda Vale Pinhatii, orientada por Sandra Beatriz Rech; Isabel Heinzmann Griebler, orientada por Tatiane da Silva Dal Pizzol; William Lopes, orientado por Alexandre José Macedo;  Sabrina Nunes do Nascimento, orientada por Solange Cristina Garcia; Camila Braz Menezes, orientada por Elaine Elisabetsky; Conrado Pedebos, orientado por Hugo Verli.

Parabéns aos indicados ao Prêmio Jovem Pesquisador:

  • Fabrício Figueiró, orientado por Ana Maria Oliveira Battastini, apresentando o trabalho de título “Tratamento com trans-resveratrol em nanocápsulas reduz o crescimento in-vivo e in-vitro de gliomas”;
  • Bruna Donida, orientada por, apresentando o trabalho de título “Nanocápsulas de núcleo lípidica apresentam carreamento maior do que nanocápsulas poliméricas”;
  • Cristiane de Anfrade, orientada por Adriana Raffin Pohlmann, apresentando o trabalho de título “Desenvolvimento, caracterização e avaliação farmacocinética de nanocápsulas auto-organizadas contendo quitosana como invólucro e clozapina como fármaco-modelo”;
  • Desirrèe Padilha, orientada por Teresa Dalla Costa, apresentando o trabalho de título “Disseminação de Acinetobater spp multiressistente carreadores do gene blaOXA-23 em hospitais e efluentes hospitalares em Porto Alegre, RS-Brasil”;
  • Tamara dos Santos Castilhos, orientada por Ana Maria Bergold, apresentando o trabalho de título “Desenvolvimento de método analítico para determinação de carbonato de Lodenafila em comprimidos”;
  • Susana de Oliveira Elias, orientada por Alexandre José Macedo, apresentando o trabalho de título “Bioprospecção de compostos com atividade biofilme e antimicrobiana em bactérias isoladas do continente Antártico”.

O Diretório da Faculdade de Farmácia parabeniza todos os estudantes que participaram do Salão e aqueles que, mesmo não participando do evento, trabalham, estagiam, estudam e dedicam grande parte do seu tempo a promoção da saúde e a profissão farmacêutica, através da Pesquisa, Ensino e da Extensão!

Anvisa interdita lote de quitosana por suspeita de conter sibutramina

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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou a interdição do lote número 18 do produto quitosana, vendido com o nome Affinato, na terça-feira (26), por suspeita de conter sibutramina em sua composição. Classificada como psicotrópico anorexígeno, a substância é um emagrecedor vendido com receita controlada e não pode ser usado em alimentos.

A quitosana é uma fibra derivada de crustáceos, que auxilia na perda de peso e no controle do colesterol alto. É fabricada pela empresa Sinérgika Indústria de Alimentos Ltda. O usuário que adquiriu o produto do lote interditado deve interromper o uso e, em caso de dúvidas, entrar em contato com o serviço de atendimento ao consumidor do fabricante.

A interdição é válida por 90 dias após a divulgação no “Diário Oficial”. No dia 12 de setembro, a agência já havia interditado a empresa pelo mesmo motivo. Segundo especialistas reunidos no Congresso Brasileiro de Endocrinologia e Metabologia, que aconteceu no início de setembro em Gramado (RS), um em cada cinco suplementos alimentares vendidos no país estão contaminados com substâncias proibidas nesse tipo de produto, como hormônios e emagrecedores.

Fonte: Folha de São Paulo

Guia de Fitoterapia lançado pelo CRF/SP

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Para conhecer o “Guia de Fitoterapia” elaborado pelo CRF/SP – Julho de 2009 acesse o site e faça o download: https://www.box.net/shared/f339temya5

O Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF-SP) e a Comissão Assessora de Fitoterapia (Cafito) elaboraram esta cartilha com informações práticas para o Farmacêutico que atua ou pretende atuar na área de Plantas Medicinais e Fitoterápicos (PM&F).

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 80% da população mundial utiliza produtos de origem natural para combater problemas como pressão alta, queimaduras, gripe, tosse, prisão de ventre, entre outros. A presente cartilha pretende orientar o farmacêutico para que, a partir das informações gerais, o profissional possa estar ciente de suas atribuições e responsabilidades.

Decisão do STJ pode baratear medicamento para leucemia no Brasil

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Uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) pode baratear o medicamento Glivec, usado no tratamento da leucemia. A informação é do secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Reinaldo Guimarães.

A boa notícia, no entanto, só será possível daqui dois anos, prazo que assegura ao Laboratório Novartis a exploração exclusiva de derivados da pirimidina, substância usada no Glivec.

A quebra de patente do medicamento foi antecipada para 2012, graças a uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) divulgada na terça-feira (26). O tribunal manteve o prazo estabelecido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) para 3 de abril de 2012.

O Inpi questionou no STJ o prazo de vigência da patente fixado pelo Tribunal Regional Federal em 25 de março de 2013. A Novartis havia ingressado com ação na Justiça Federal para que fosse ampliado o prazo da patente da pirimidina.

Com a quebra da patente aparecerão no mercado medicamentos genéricos com essa substância e os preços cairão, prevê Reinaldo Guimarães. Ele explica que o medicamento é caro porque a Novartis é a única detentora da patente até 2012. A empresa tentava na Justiça ampliar o direito até 2013, mas o STJ manteve o prazo previsto em lei.

Com o término do prazo da patente, outros laboratórios poderão produzir medicamentos genéricos, aumentando a oferta do produto, destacou o secretário. “É uma boa notícia porque a experiência mundial comprova que excesso de patente acabar por limitar o acesso das pessoas ao remédio. Pedir extensão de patentes significa você botar por mais tempo o monopólio. Então o ministério fica muito contente porque percebe que o STJ está firmando uma jurisprudência para novos casos de pedidos de extensão de patente.”

Fonte: Agência Brasil e Diário de Canoas

Precisa comprar antibióticos? Agora só com receita controlada

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Como é

Embora a Anvisa já determine que a venda de antibióticos seja feita somente sob prescrição médica, conforme o vice-presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos no Rio Grande do Sul (Sinprofar/RS), Nery Wanderley de Oliveira, atualmente é possível adquirir qualquer antibiótico sem receituário

Mesmo que leve a receita até a farmácia para a compra do medicamento, o paciente permanece com a prescrição médica e pode utilizá-la novamente, se necessário, uma vez que a mesma não tem prazo de validade
As farmácias não precisam, obrigatoriamente, fazer os registros de entrada e saída dos medicamentos no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados

Como VAI FICAR

A resolução da Diretoria Colegiada RDC 44, de 26 de outubro de 2010 da Anvisa entra em vigor no dia 28 de novembro. Após essa data, a venda dos medicamentos só poderá ser feita em farmácias e drogarias mediante a apresentação da receita de controle especial, em duas vias, pelo consumidor. Essas devem ser emitidas de forma legível e sem rasuras

As embalagens dos remédios sofrerão alterações. As indústrias farmacêuticas têm 180 dias, a contar da data da publicação das novas regras no Diário Oficial da União, para incluir a frase “Venda sob prescrição médica – só pode ser vendido com retenção da receita”

A primeira via da receita ficará retida na farmácia, enquanto a segunda deverá ser devolvida ao consumidor com carimbo que comprove o atendimento
As receitas têm validade de 10 dias, em função dos mecanismos de ação dos antimicrobianos

As empresas que dentro de 180 dias não se adequarem com as devidas mudanças na rotulação irão configurar infração sanitária. Conforme a Anvisa, nestes casos as indústrias poderão ser penalizadas com notificações, multas que variam de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão ou, ainda, interdição

A fiscalização nas farmácias ficará a cargo da Vigilância Sanitária dos municípios

Todas as prescrições deverão ser escrituradas a cada sete dias, ou seja, passa a ser obrigatório o registro das movimentações no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados, a exemplo do que já ocorre com os medicamentos com tarja preta, como os antidepressivos e emagrecedores
Fontes: Anvisa e Sinprofar/RS

Metade compra sem receita

Em uma farmácia de Novo Hamburgo, segundo o farmacêutico responsável Roberto Kopschina, 50% dos pacientes que procuram antibióticos não apresentam receita. Os casos mais comuns são de quem deseja curar dor de garganta, sinusite ou infecção urinária. Para ele, a questão técnica da determinação é correta, porque controlará os riscos de bactérias resistentes no organismo, devido à automedicação. Porém, ele questiona se o Sistema Único de Saúde (SUS) está preparado para absolver a demanda de pacientes que procurará atendimento.

Fonte: Diário de Canoas
Mais informações: Veja a notícia na íntegra

Farmácia Popular inclui fraldas geriátricas e nove medicamentos

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciam, nesta quarta-feira, 20, a ampliação da lista de medicamentos oferecidos por meio do programa “Aqui Tem Farmácia Popular”, desenvolvido pelo governo federal em parceria com a rede privada de farmácias e drogarias.

De acordo com portaria do ministério, a população passa a ter acesso a fraldas geriátricas e a mais nove medicamentos indicados para o tratamento de seis doenças: asma, rinite, mal de Parkinson, osteoporose, glaucoma e hipertensão arterial. As medidas vão beneficiar quase um milhão de pessoas por mês, que podem adquirir os produtos com desconto de 90%.

“Desde que foi criado, o programa contabiliza praticamente 50 milhões de atendimentos”, destacou Temporão, durante o anúncio de ampliação, no Palácio do Planalto. “Essa medida terá, com certeza, um gigantesco impacto do ponto de vista do acesso para muitas famílias brasileiras a esses medicamentos, que, lembro, continuam a ser distribuídos para o conjunto da população sem condições financeiras. Essa estratégia em nada impacta a distribuição gratuita na rede do SUS”, acrescentou o ministro.

Os 13.152 estabelecimentos conveniados ao programa em 2.336 municípios já ofereciam medicamentos para o tratamento de hipertensão, diabete, colesterol e gripe, além de anticoncepcionais. Todos eles também são distribuídos gratuitamente nas chamadas “farmácias básicas” do Sistema Único de Saúde (SUS) para quem se consulta na rede pública.

“O Farmácia Popular foi originalmente criado em 2004 para oferecer à população mais uma forma de obtenção de medicamentos. Por meio dele, os brasileiros – usuários ou não do SUS – têm acesso a produtos com preços bem mais baixos que os praticados pelo mercado”, afirma o diretor de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde, José Miguel do Nascimento Júnior.

Para ter acesso aos medicamentos e produtos oferecidos nas unidades conveniadas ao Aqui Tem Farmácia Popular, é necessário apresentar CPF, documento com foto e receita médica.

Fonte: Estadão
Mais informações: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,programa-federal-farmacia-popular-inclui-fraldas-geriatricas-e-nove-medicamentos-contra-seis-doencas,627430,0.htm