Arquivo mensal: novembro 2010

Eleições do DCE

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O que anda acontecendo na tramitação da Eleição para o Diretório Central dos Estudantes tem sido matéria da Imprensa, em jornais como o Zero Hora e o Jornal do Comércio, mas de fato a notícia nem sempre é tão clara, e a boa e velha máxima “depende do ponto de vista” sempre se faz valer.

É imprescindível que, como alunos e cidadãos, tomemos consciência do que ocorre em nossa realidade social, representativa e política. De fato, as eleiçõs desse ano já começaram em meio a discussões e divergências, em um processo que começou pela duplicidade de comissões eleitorais, que após certo consenso e intervenção da Reitoria da Universidade, foram unificadas na atual CE.

Outra grande discussão fez menção ao voto eletrônico, fato que aparentemente já havia sido resolvido e consensuado, pois a Reitoria havia oferecido e garantido o uso do sistema de eleição eletrônica utilizado para eleição da Reitoria, o que garantiria a fidedignidade estaturária, a segurança e a lisura do processo. Segundo o estatuto do DCE, o voto deve ser presencial, o que ocorre no modelo proposto para eleição eletrônica seguindo os moldes da eleição para a Reitoria. Contudo, o que não segue, e foi defendido pela presente CE é o voto através do Portal do Aluno, que além de não ser realizado presencialmente, caracteriza-se por ser um mecanismo mais vulnerável a fraudes e de menor segurança.

Não temos o intuito de promover qualquer chapa através deste noticiamento, o direito e escolha é singular e cabe á cada um a decisão final. O que queremos é divulgar a notícia de modo que todos possam ter acesso a informação, e dai sim, poder decidir algo baseado em fatos reais. De fato, a eleição encontra-se em um grande impasse e ainda não se sabe o que será decidido pelas autoridades e representações responsáveis.

Abaixo, seguem os informes do Zero Hora, e o noticiamento encaminhado pela Chapa 3.

IMPASSE NAS ELEIÇÕES DO DCE DA UFRGS – FONTE: Zero Hora | Geral | p.4 | 22/10/10.

Segundo o presidente da comissão eleitoral, Adrio de Oliveira Dias, a escolha dos eleitos seria feita por meio do portal do aluno, um sistema online utilizado pelos estudantes e que poderia executar o pleito. Nesta semana, a reitoria impediu o uso alegando falta de segurança. Para o presidente da comissão, a direção da UFRGS estaria beneficiando a chapa de oposição, impedindo a ampliação do número de eleitores.

O vice-reitor da UFRGS, Rui Oppermann, diz que o portal não teria condições técnicas e que a eleição poderá ser feita com urnas eletrônicas, da mesma forma que é escolhido o reitor.

EM DEFESA DA LEGALIDADE DAS ELEIÇÕES PARA O DCE DA UFRGS – Noticiamento da Chapa 3 – Porto Alegre, 18 de novembro de 2010

Vivemos um momento crítico na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. A primeira eleição para o Diretório Central dos Estudantes ocorrida após a vitória de uma chapa comandada pelo PP e PSDB em 2009 está em perigo.

O primeiro impasse criado foi a duplicidade de comissões eleitorais. O Conselho das Entidades de Base (CEB) ­– conselho dos Centros e Diretórios Acadêmicos – de 16 de setembro de 2010 com a participação de 24 CAs e DAs, formou uma comissão e um edital eleitoral. Em reunião não divulgada a Diretoria Executiva do DCE apresentou um novo edital e uma nova comissão eleitoral.

Para evitar futuros confrontos judiciais que protelassem o resultado final das eleições, buscou-se um acordo, formalizado junto à Reitoria, em 19 de outubro de 2010, que unificou o calendário e as comissões eleitorais. As datas do pleito ficaram para os dias 22, 23 e 24 de novembro de 2010. Outro ponto acordado é de que a Reitoria disponibilizaria o sistema de eleição por urnas eletrônicas idêntico ao utilizado na consulta para Reitor em 2008.

Entretanto, a omissão de parte da comissão eleitoral capitaneada pela estudante Claudia Thompson, vice-presidente do DCE, e pelos acadêmicos Ádrio de Oliveira, presidente da Comissão Eleitoral, e Leonardo Pereira, secretário geral da Comissão Eleitoral, impediu a utilização desse sistema para o pleito estudantil de 2010, visto que não viabilizaram a parte técnica das urnas junto ao Centro de Processamento de Dados (CPD) – orgão técnico responsável pelo sistema eleitoral eletrônico.

A omissão destes três membros é a face visível de amplas manobras para impedir a realização de eleições livres ao DCE da UFRGS, orquestrada pelos dirigentes do PP e do PSDB. Suspenderam arbitrariamente a participação de cinco entidades membros da comissão eleitoral, DACOM (Comunicação), CHIST (História), CECS (Ciências Sociais), DAEFi (Educação Física e Dança) e DAECA (Economia, Contábeis e Atuariais). O site da comissão eleitoral [www.dceufrgs.com.br/Comissao_Eleitoral_2010], monopolizado pelos mesmos, busca confundir os colegas da Universidade ao inverter o número das chapas 2 e 3.

Em contrapartida, a Reitoria se nega a disponibilizar a lista completa de estudantes matriculados no segundo semestre do ano de 2010. Esta lista é imprescindível para a realização do pleito de acordo com o artigo 37, inciso III, do Estatuto Social do Diretório Central dos Estudantes da UFRGS.

Neste momento, portanto, não há garantia aos estudantes da UFRGS de que a eleição será realizada a partir da próxima segunda-feira. Dessa feita, exigimos da Reitoria da Universidade, através dos órgãos competentes, a disponibilização da lista completa de estudantes matriculados no segundo semestre do ano de 2010 e as urnas eletrônicas, conforme já garantido em nota oficial assinado pelo Vice-Reitor Rui Oppermann em 04 de novembro. Essas são as medidas fundamentais para a realização de eleições livres e democráticas.

Em defesa da realização de eleições livres e democráticas para o DCE da UFRGS nos dias 22, 23 e 24 de novembro de 2010, convocamos ato público na sexta-feira, dia 19 de novembro, em frente a FACED.

Farmacovigilância

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Antes de um medicamento ser lançado no mercado, ele passa por testes em um número limitado de pacientes e voluntários que obedecem a critérios internacionalmente adotados e aceitos. Mesmo assim, não conseguem prever todos os efeitos adversos e colaterais decorrentes do uso dos remédios ou o uso concomitante com outros remédios ou produtos. Somente o uso em maior escala durante a comercialização, permite que os efeitos adversos sejam observados e relatados para que se possa reavaliar o uso e os riscos da administração do produto em questão.

A Farmacovigilância é uma atividade que permite, durante a etapa de uso comercial em larga escala, uma observação da segurança real do medicamento e assim, detectar efeitos adversos não previstos nas etapas previas ao seu lançamento no mercado. A Farmacovigilância nos auxilia assim a ter medicamentos mais seguros no mercado, detectando precocemente reações adversas (indesejáveis) conhecidas, mal uso dos mesmos e interações medicamentosas, assim como seus aumentos de frequência, além de identificar fatores de risco.

Farmacovigilância – detectar, relatar, acompanhar e estudar os Eventos Adversos que ocorrem com o uso de medicamentos a partir do momento em que cheguem ao mercado.

Fonte: Saúde da Vítima

Pesquisa mostra influência da propaganda de medicamentos

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O Sistema Único de Saúde (SUS) também é alvo das estratégias de marketing da indústria farmacêutica. É o que constatou uma pesquisa coordenada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em parceria com instituições de ensino superior de 15 cidades brasileiras.

O objetivo do projeto foi fazer um diagnóstico situacional da promoção de medicamentos em Unidades Básicas de Saúde (UBS) do SUS”, afirma a gerente geral de monitoramento e fiscalização de propaganda da Anvisa, Maria José Delgado Fagundes. “As informações obtidas com a pesquisa irão subsidiar tanto as ações de monitoramento, fiscalização e regulação da propaganda quanto as estratégias para fortalecer a racionalidade na aquisição, dispensação e uso de medicamentos nas unidades básicas de saúde”, complementou.

Para isso, foram identificados nas UBS os recursos utilizados para a promoção e propaganda de medicamentos, as fontes de informação sobre medicamentos dos prescritores e os fatores que exercem influência na padronização, aquisição e prescrição de medicamentos. As equipes acadêmicas envolvidas no estudo aplicaram um conjunto de três questionários nas unidades de saúde visitadas, estendendo o diagnóstico da influência a prescritores (médicos e dentistas), dispensadores (farmacêutico ou técnico responsável) e gestores do SUS.

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) foi responsável por coordenar a pesquisa, por meio de uma parceria com as instituições de ensino superior participantes do Projeto de Monitoração de Propaganda da Anvisa das seguintes cidades: Manaus, Belém, São Luís, Natal, João Pessoa, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Teresina, Porto Alegre e Brasília.

Mais informações: Clique aqui.
Fonte: ANVISA

Dia Mundial do Diabetes (14/11)

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Os pacientes portadores do diabetes frequentam muito mais a farmácia, devido ao medicamentos de uso contínua. Com a regulamentação que permite a realização de testes de glicemia nas farmácias e drogarias (RDC 44/09), o farmacêutico garante o acompanhamento do paciente e com isso facilita a adesão ao tratamento e o controle da doença.

Para mais informações acesse: http://www.diamundialdodiabetes.org.br/

Fonte: Sociedade Brasileira de Diabetes

Sustentabilidade – O que é isso?

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A sustentabilidade tem sido um tema atual e muito recorrente, grandes empresas, pessoas, revistas e o mundo tem muito debatido sobre ele. E cabe a todos nós entendermos este tema, e mais do que isso, empregá-lo em nossas vidas, pois a equação consumo e produção desenfreada = prosperidade já não faz mais sentido.

Para trazer este debate a nossa realidade, resolvi postar um vídeo utilizado nos cursos on-line sobre sustentabilidade. Este é o primeiro de uma série de três vídeos, espero que gostem (indico a sequência de vídeos para aqueles que gostarem da temática). Bom feriado e fim-de-semana!

ANVISA atualiza limites de aditivos em alimentos

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As empresas que produzem alimentos industrializados deverão observar novos limites para o uso de aditivos. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou duas resoluções (RDC 45 e RDC 46/2010) atualizando as regras dos aditivos alimentares. A medida harmoniza os regulamentos técnicos no âmbito do Mercosul, eliminando obstáculos gerados por diferenças nas regulamentações vigentes.

A RDC 45/2010 traz a nova relação dos aditivos para uso segundo as Boas Práticas de Fabricação (BPF). Um aditivo é considerado BPF quando possui Ingestão Diária Aceitável (IDA) “não especificada”. Isso significa que o uso está limitado à quantidade necessária para atender às Boas Práticas de Fabricação (BPF), ou seja, quantidade necessária para obter o efeito tecnológico necessário.

Já as substâncias como alumínio e goma konjac, excluídos da lista BPF, tiveram novos limites estabelecidos na RDC 46/2010. O uso máximo do alumínio, por exemplo, foi reduzido de 7 para 1 mg/kg de peso corpóreo, de acordo com o estabelecido pela JECFA (Joint FAO/WHO Expert Committee on Food Additives).

Os estabelecimentos terão o prazo de 180 dias para fazer as adequações necessárias ao Regulamento Técnico. Os novos estabelecimentos e aqueles que pretendam reiniciar suas atividades já devem atender na íntegra às exigências da legislação.

Maiores informações: clicando aqui
Fonte: ANVISA