PACote: poesia, arte, cultura e etc #6

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Florbela Espanca, (8 de Dezembro de 1894 – 8 de Dezembro de 1930), batizada com o nome Flor Bela Lobo, foi uma poetisa portuguesa. Sua vida de trinta e seis anos foi plena, embora tumultuosa, inquieta e cheia de sofrimentos íntimos que a autora soube transformar em poesia da mais alta qualidade, carregada de erotização, melancolia, feminilidade e panteísmo.

Leia mais em: Wikipédia

“A vida é sempre a mesma para todos: rede de ilusões e desenganos. O quadro é único, a moldura é que é diferente.”

 Sem remédio

Aqueles que me têm muito amor
Não sabem o que sinto e o que sou…
Não sabem que passou, um dia, a Dor
À minha porta e, nesse dia, entrou.

E é desde então que eu sinto este pavor,
Este frio que anda em mim, e que gelou
O que de bom me deu Nosso Senhor!
Se eu nem sei por onde ando e onde vou!!

Sinto os passos da Dor, essa cadência
Que é já tortura infinda, que é demência!
Que é já vontade doida de gritar!

E é sempre a mesma mágoa, o mesmo tédio.
A mesma angústia funda, sem remédio,
Andando atrás de mim, sem me largar!

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  1. E agora José?
    A festa acabou,
    a luz apagou,
    o povo sumiu,
    a noite esfriou,
    e agora, José?
    e agora, você?
    Acabou o PACote?
    Acabou o Embalos de sexta à noite?
    Acabou o Blog do DAFF?
    E agora José?

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